Saiba como os criminosos roubam dados de cartões de crédito

A preferência dos criminosos brasileiros por fraudes bancárias (envolvendo transferências, boletos e cartões de crédito) fica clara pela quantidade de pragas criadas dentro do Brasil para atuar nesse tipo de crime.
No primeiro dia da Cúpula Latino-americana de Analistas de Segurança, evento organizado pela empresa de segurança digital Kaspersky em Buenos Aires, Argentina, ouviu-se um funk em uma das apresentações. Fábio Assolini mostrou o clipe durante a sua fala devido à letra, que exalta o fruto de um crime digital: a clonagem de cartões de crédito.
Os funks celebrando a clonagem de cartões são facilmente encontrados no YouTube, junto a tutoriais e anúncios para a venda de ferramentas. Esses conteúdos também podem ser encontrados em grupos no Facebook. Não há muito pudor ou preocupação e trata-se de sintoma de uma prática cada vez mais comum.

O dinheiro de plástico já é usado por 22% da população da América Latina. No Brasil, são 28,8 milhões de adultos com acesso a ele. O surgimento das fintechs, que cortam a burocracia e exigem menos garantias para cederem cartões de crédito, estão ajudando na popularização desse meio de pagamento.

Em paralelo, aumenta também o interesse de criminosos na obtenção de dados de cartões. Algumas práticas não são novas — golpes que têm esse alvo datam de pelo menos 2005 — e as técnicas mais modernas são bastante engenhosas.

Mesmo o chip de segurança, presente na maioria dos cartões de crédito em circulação no Brasil, são suscetíveis à clonagem, seja do modo mais sofisticado, como um “skimmer” (popularmente conhecido como “chupa-cabras”) capaz de copiar as informações do chip quando o cartão é inserido em um caixa automático comprometido, situação flagrada no México; seja por ações grosseiras, como literalmente recortar o chip nesse processo. Isso aconteceu no Brasil.

De qualquer forma, há um detalhe interessante que facilita o uso de dados de cartões roubados: para compras online, o chip de segurança é totalmente dispensável.

Como se clona um cartão?

Além dos chupa-cabras, que são modificações não autorizadas em caixas automáticos feitas a fim de capturar dados do cartão, há outras formas de consegui-los. Assolini cita algumas: maquininhas adulteradas, caixas automáticos inteiros falsificados, a velha engenharia social e, no que considera o caso mais grave, os terminais de venda (PoS, de “point of sale”, ou ponto de venda em português) infectados por vírus.

Esses terminais são computadores comuns que recebem pagamentos de cartão através de um dispositivo que lê o cartão e tem um teclado numérico para a inserção de senhas, chamado PIN Pad. Eles ainda são populares em mercados, hotéis e postos de gasolina, por exemplo. Por estarem ligados a sistemas de uso geral, como o Windows, podem ser comprometidos com mais facilidade. E ainda trazem uma vantagem valiosa ao criminoso: é o único método de clonagem de cartão que pode ser implementado e gerenciado remotamente, sem que ele tenha contato direto com a vítima.

Outra peculiaridade da clonagem de cartões é a proximidade com o crime tradicional. Para fazer uso dos outros métodos, os carders, como são chamados os criminosos que obtêm e negociam esses dados, precisam do auxílio de alguém que vá ao local e faça o trabalho manual quando não o aplica via PoS. Após a aquisição dos dados, eles “negociam com criminosos tradicionais, que fazem compras online fraudulentas, negociam veículos e são até usado pelo narcotráfico. O carder eé o cara mais próximo do crime tradicional”, diz Assolini.

Briga de gato e rato

O primeiro vírus de PoS foi descoberto pela Visa, em 2008. Hoje, a Kaspersky tem conhecimento de 40 famílias de vírus do tipo, feitos especialmente para infectar computadores de pontos de venda e transmitir, sem que o dono do estabelecimento ou seus clientes saibam, dados de cartões para servidores remotos.

Como em outras áreas da segurança digital, há uma briga de gato e rato entre os criminosos e as empresas de segurança. Quando os ataques a PoS começaram, os vírus conseguiam os dados durante o trânsito, ou seja, enquanto eles eram transferidos do PIN Pad para o computador. As operadoras de cartões identificaram o problema e passaram a codificar esses dados durante o trânsito, fechando a brecha.

Não foi suficiente para barrar a ação dos criminosos. Com aquela porta fechada, os novos vírus passaram a vasculhar uma memória temporária do computador (RAM, abreviação em inglês de “memória de acesso aleatório”), que grava os dados do cartão sem criptografia. A técnica é chamada “memory scraping”.

Outra grande virada no mercado de clonagem de cartão foi a abertura do código-fonte do vírus Dexter. Houve uma explosão no número de detecções em 2015, quando isso aconteceu. Na prática, com o código-fonte divulgado, qualquer um pode, sem muita dificuldade e com custo zero, criar seu próprio vírus de PoS e modificar ou melhorar o código original.

Outros vírus, como o Katrina e o Neutrino, são vendidos em lugares obscuros da Internet por valores que chegam a US$ 2.200. O Neutrino chega a oferecer um painel de controle sofisticado, do tipo que qualquer um consegue operar.

Como se proteger

Ter o cartão clonado é um risco constante. Mesmo a pessoa mais diligente está sujeita a isso — o próprio Assolini já foi vítima. Ele dá algumas dicas para amenizar as chances de passar por esse sufoco:

  • Cubra o teclado do terminal automático na hora de digitar a senha. Alguns terminais adulterados têm câmeras que capturam a digitação da senha;
  • Não perca de vista seu cartão na hora de realizar pagamentos;
  • Evite usar terminais que ficam na rua. Os que estão dentro das agências e de estabelecimentos comerciais são mais vigiados e, portanto, difíceis de serem adulterados;
  • Tenha mais de um cartão de crédito. Se um deles for clonado, você não ficará sem acesso a esse meio de pagamento até resolver o problema; e
  • Revise o saldo regularmente. Se seu banco ou operadora oferecer apps e serviços de alerta por SMS, ative-os. Assim, caso o cartão seja clonado e alguém tente fazer compras não autorizadas em seu nome, você saberá de imediato e poderá tomar as providências adequadas, como cancelar o cartão e comunicar a operadora.

Justiça suspende comercialização do cartão Santander Free em todo país

 

 A Justiça do estado do Rio de Janeiro determinou a suspensão em todo o país da comercialização do cartão de crédito Santander Free, por descumprimento de oferta. A medida se deve a uma ação coletiva movida pela associação de consumidores Proteste em junho de 2016. Clientes relataram que o banco começou a cobrar repentinamente uma anuidade.

A associação alega que “essa prática do Santander é um grave desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, pois não cumpre o que é prometido na oferta, contrariando o próprio nome do cartão: free. Portanto, configura publicidade enganosa”, denuncia a Proteste.

Inicialmente, o cartão era oferecido aos usuários sem nenhuma taxa de anuidade, sendo necessária apenas uma transação de crédito por mês para a inseção de anuidade. Regra que foi extinta subitamente em maio de 2016, quando o banco passou a exigir operações mínimas de R$ 100 por mês para continuar a utilização do serviço sem anuidade.

Com alteração, o usuário que gastasse quantia inferior a R$ 100 por mês no crédito, recebia uma cobrança proporcional à anuidade, valor de cerca de R$ 270.

Com a denúncia, uma liminar foi concedida pela juíza Maria Christina Berardo Rucker, determinando a suspensão de novas contratações do cartão, assim como o fim da cobrança aos antigos usuários do cartão. Se as medidas forem descumpridas, o banco terá que pagar multa diária de R$ 50 mil.

O banco Santander ainda não se pronunicou referente ao caso, mas pode recorrer da decisão da Justiça.

Cartão de Crédito Black da Caixa, veja vantagens e como solicitar o seu

Veja como conseguir o seu CARTÃO BLACK da CAIXA. Os cartões do tipo “Black” são conhecidos por suas vantagens e benefícios exclusivos. Voltados para um público com alto poder aquisitivo, esses cartões contam com descontos e serviços especiais oferecidos pela MasterCard. A Caixa Econômica oferece aos seus clientes o CAIXA MasterCard Black.

Só para você ter uma ideia, o cartão Black é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais, isso levando em consideração pelo menos 150 países do mundo.

Trata-se de um cartão de crédito aceito em mais de 30 milhões estabelecimentos em 150 países diferentes. Os seguros de viagem são o grande atrativo deste produto, sendo ideal para quem costuma fazer viagens internacionais.

Vantagens do CAIXA MasterCard Black

Para que você se informe mais sobre este cartão, listamos abaixo as principais vantagens oferecidas:

  • MasterSeguro de Automóveis, que cobre acidentes com carros alugados;
  • MasterSeguro de Viagem, que oferece segurança ao titular e seus familiares durante viagens;
  • Serviço de Assistência de Viagem, que disponibiliza serviços de assistência antes, durante e depois das viagens;
  • MasterAssist Black, com assistência médica para o titular e os seus dependentes;
  • Proteção de Inconveniência de Viagem, que cobre gastos quando a viagem é cancelada;
  • Proteção de Bagagem, com cobertura de gastos em casos de atraso ou extravio de bagagem;
  • Proteção contra roubos e assaltos em caixas eletrônicos;
  • MasterCard Global Service, que funciona como uma central de atendimento para solicitação de dinheiro emergencial ou reposição do cartão;
  • Garantia estendida para produtos adquiridos com o cartão MasterCard Black;
  • Proteção de compras feitas com cartão, em caso de roubo ou dano, por até 90 dias;
  • Assistência Pessoal, para reservas em restaurantes, compras de ingresso, aluguel de carros e outros serviços.

Promoções do CAIXA Black

O CAIXA Black participa das promoções oferecidas pela MasterCard, além de contar com os descontos exclusivos em lojas parceiras. Entre no site do MasterCard Black para conferir a lista de estabelecimentos comerciais conveniados e outras promoções do cartão.

O acúmulo dos pontos vale para as compras realizadas no Brasil e também no exterior. É possível fazer a conversão dos pontos através do resgate do Programa Tudo Azul, Multiplus Fidelidade, Victoria, In Mais, Caixa Mais Vantagens e Amigo – Avianca e outros.

Para poder ter mais informações, você pode acessar aqui.

É importante que não exista nenhum tipo de restrição no seu nome, pois a Caixa faz uma análise extremamente detalhada do risco do crédito.

Aprenda a usar os cartões pré-pagos do Netflix; conheça o procedimento

Usar os cartões pré-pagos da Netflix é simples e funciona como uma alternativa aos cartões de crédito no pagamento de uma assinatura. O recurso, também chamado de gift card (cartão de presente, em livre tradução), pode ser usado por assinantes e por quem ainda não têm conta no site.

Já tenho assinatura da Netflix. Posso utilizar o cartão pré-pago?

Assinantes da Netflix podem utilizar os cartões pré-pagos. O valor da mensalidade é deduzido do saldo do cartão, de acordo com o plano utilizado. Quem ainda não é usuário, ao adquirir o cartão, recebe um mês grátis de serviço e, quando acaba esse período de gratuidade, terá o valor mensal do plano deduzido do cartão.

Não sou assinante, mas quero usar o serviço pré-pago. Preciso informar os dados do meu cartão de crédito?

Não é necessário informar os dados do cartão de crédito para usar o gift card da Netflix. É preciso apenas do cartão pré-pago, endereço de e-mail, senha e CEP.

Como usar o cartão pré-pago para pagar a minha assinatura?

Após comprado, basta raspar a parte indicada no verso do cartão e digitar o código na página (netflix.com/redeem).

Quem já tiver uma conta do serviço, também poderá inserir o código do cartão na página “Sua Conta” (https://www.netflix.com/YourAccount). De acordo com a Netflix, o saldo disponível no cartão pré-pago será adicionado e o pagamento seguinte da sua assinatura será realizado através desse saldo.

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Caso seja insuficiente para realizar o pagamento da mensalidade, o usuário pode optar por usar mais de um vale-presente. Para isso, basta inserir os códigos de cada cartão e o valor será acrescido à sua conta.

Onde encontro os cartões pré-pagos e quanto custam?

Há três opções de cartões pré-pagos da Netflix, de R$ 30, R$ 70 e R$ 150. Atualmente, podem ser encontrados em estabelecimentos comerciais, como livraria Saraiva, Walmart, Sam’s Club, Hiper e Super Bompreço, Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Extra Hiper, Super e Mini.

É possível resgatar os cartões pré-pagos da Netflix nos faturamentos do serviço pelo iTunes ou Google Play?

Não é possível. A dica dada pela própria Netflix para contornar essa situação é cancelar a conta e reiniciá-la usando o cartão de presente.

O que acontece quando o saldo do meu cartão pré-pago não é o suficiente para pagar minha mensalidade?

Quando o valor da conta estiver muito baixo, a Netflix envia, via e-mail, um lembrete. Quando não houver mais saldo disponível, é necessário inserir um novo cartão pré-pago ou aderir a outra forma de pagamento para continuar assistindo filmes e séries pelo site.

Onde posso conferir o saldo da minha conta da Netflix?

É possível checar o saldo de sua conta da Netflix na página “Detalhes da Cobrança”(netflix.com/BillingActivity).

É possível usar o cartão pré-pago comprado em outro país?

Sim, mas apenas no caso de países que utilizarem a mesma moeda. Ou seja, não é possível utilizar no Brasil um cartão comprado nos Estados Unidos, visto que o gift card foi adquirido em dólar e, aqui, a moeda é o real.

Como trocar o cartão de crédito cadastrado ou inserir novos no PayPal

 

Como trocar o cartão de crédito cadastrado no Paypal.

1. Acesse a conta do Paypal. Para isso, entre com seus dados de usuário e senha no site. Para trocar de cartão é preciso ter sua conta verificada;

2. A seguir, clique em “Perfil” e acesse “Adicionar ou editar cartão de crédito”;

3. Ao acessar a parte de cartões de crédito do Paypal, é possível adicionar ou remover um cartão. Você pode cadastrar quantos cartões quiser. Clique em “Adicionar Cartão”;

4. Ao acessar a página “Adicionar Cartão”, você deve preencher o formulário com os dados do seu cartão de crédito no PayPal, para não fazer mais isso em cada loja;

5. Agora que seu cartão já está cadastrado no Paypal, ele precisa ser verificado. Para isso, o Paypal debita uma pequena quantia do crédito do seu cartão. Com o cartão que você deseja trocar já devidamente cadastrado, é hora de trocá-lo. Clique no link “Tornar Principal”.

Pronto! Agora todas as compras e pagamentos realizados com Paypal serão debitados no cartão que você selecionou e o cartão anterior pode ser apagado ou mantido no site.PayPal

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