quarta-feira , 13 dezembro 2017
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Saiba quais os 10 livros para incentivar o hábito da leitura


Estimular a leitura nos dias que vivemos hoje é muito complicado, pois, atualmente as crianças, hoje são embaladas pela onda da tecnologia que oferece coisas extraordinárias aos olhos humanos. Uma série de opções são apresentadas a elas com a permissão dos pais e professores. Como por exemplo, temos os videogames, desenhos animados, computadores, internet, DVDs, jogos, filmes, etc.

Mas a melhor coisa para se fazer é dar a ele razões para se apaixonar pela literatura – e nada melhor que estas razões serem livros!

O hábito da leitura transforma o homem, tornando-o completo e preciso. Além disso, em grande escala é sinônimo de grande capacidade de reflexão, perspicácia e integridade. No iluminismo francês, no século XVIII, filósofos como Voltaire elegeram a literatura como a única fonte de libertação do indivíduo, o instruindo a como se desvincular da submissão que as autoridades pregavam. Na infância, o papel da leitura é ainda mais poderoso.

A importância da leitura na educação infantil

No ponto de vista do escritor francês Jean de La Fontaine, a criança que cresce lendo fábulas, contos e crônicas definitivamente terá uma imaginação mais fértil e um conhecimento mais amplo do que aquelas que não foram introduzidas à este hábito, logo se tornando adultos com maior inteligência emocional e poder de questionamento, características essenciais e capazes de modificar a história e a sociedade.

Veja a lista:


A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade

A rosa do povo é um livro que pertence ao alto modernismo literário brasileiro, no qual Drummond se baseia em muitos versos do poeta norte americano Walt Whitman. Ironizando o passado literário brasileiro, trata-se de um testemunho de suas ideias e afetos no auge de sua maturidade. O autor começava a olhar para o passado como poucos autores, descrevendo os sinais confusos do século XX.

O caso dos dez negrinhos, ou E não sobrou nenhum, de Agatha Christie

Neste clássico da consagrada escritora de suspense e terror, Agatha Christie, dez pessoas são convidadas a passar o fim de semana em uma ilha por um anfitrião desconhecido. No entanto, todos começam a morrer – um a um. Resta ao leitor descobrir quem é o assassino, em meio a uma narrativa instigante e aterrorizante, características típicas da autora Agatha Christie.

Histórias extraordinárias, de Edgar Allan Poe

Aqui estão diversos contos do lendário autor Edgar Allan Poe, que imaginou algumas das mais conhecidas histórias de terror e suspense da literatura. É o caso de O gato preto, uma história de assassinato, ou de O poço e o pêndulo, que apresenta uma visão macabra da ansiedade da morte. Poe é conhecido por dar a seus personagens uma grande profundidade psicológica, fazendo o leitor imergir mais fundo em cada um de seus contos.

O meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos

A pobreza, a solidão e o desajuste social vistos pelos olhos ingênuos de uma criança de seis anos. Nascido em uma família pobre e numerosa, Zezé é um menino especial, que envolve o leitor ao revelar seus sonhos e desejos, por meio de conversas com o seu pé de laranja lima, encontrando nele a sua alegria de viver. 

 Entrevista com o vampiro, de Anne Rice

Neste clássico de uma das rainhas do terror, Anne Rice, a autora conta a história estranha, espantosa, erótica, perversa e irresistível de dois vampiros que parecem estar destinados a passar a eternidade juntos, mesmo que seja contra a vontade de um deles. Parte da série Crônicas vampirescas, criada por Anne Rice, Entrevista com o vampiro, escrito em 1976, apresenta a Lestat, o vampiro macabro e rei de todos os condenados, e Louis, que parece ter ainda em sua alma a bondade dos tempos de humano. Segundo críticos, se trata da maior história de vampiros de todos os tempos.

Sherlock Holmes- Casos extraordinarios, de Arthur Conan Doyle

Nesta edição, o leitor poderá se deliciar com os melhores contos de Sherlock Holmes. Os casos misteriosos nos quais Holmes utiliza os métodos que fizeram do personagem uma lenda são completamente desvendados, através de uma linguagem instigante e rica em detalhes, de forma que só SirArthur Conan Doyle consegue fazer.

O cemitério, de Stephen King

Louis Creed, um jovem médico de Chicago, acredita que encontrou seu lugar naquela pequena cidade do Maine. Num dos primeiros passeios familiares para explorar a região, conhecem um cemitério no bosque próximo a sua casa. Mas, além dos túmulos há um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai pessoas com promessas sedutoras e onde forças estranhas são capazes de tornar real o que sempre pareceu impossível.

 A menina que roubava livros, de Markus Zusak

Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E conseguiu sair viva das três ocasiões. Desde o início de sua vida numa área pobre de Molching, na Alemanha, ela precisou achar formas de convencer a si mesma do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa impaciente. Ao entrar na nova casa, Liesel trouxe escondido na mala um livro, O manual do coveiro, que em um momento de distração, o coveiro que enterrou seu irmão o deixou cair na neve – este foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

Harry Potter e a pedra filosofal, de J. K. Rowling

A primeira parte da saga do bruxo mais famoso do mundo é uma referência de iniciação na leitura para muitas pessoas. Harry Potter é apenas um menino e já sofre todos os pesos do mundo – é órfão e mora com os tios que o maltratam. Sem perspectivas, reconhece a oportunidade de uma virada em sua vida ao receber um convite para estudar em Hogwarts, uma escola de magia e bruxaria.

Memórias de um sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida

Considerado um dos 100 livros mais importantes da literatura brasileira, Memórias de um sargento de milícias é o título que todos os amantes de literatura brasileira devem ter na estante. Ambientado no Rio de Janeiro do século XIX, a obra apresenta pela primeira vez a figura do malandro, um personagem tipicamente carioca e que vive sua vida à margem da sociedade e de forma boêmia, tal como um bon vivant.  Segundo Mário de Andrade, o romance é uma manifestação tardia do “romance picaresco”, um gênero popular nos séculos XVII e XVIII.

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