Caixa de som Bluetooth não conectando no smartphone? saiba como resolver!

A caixa de som Bluetooth é um dispositivo que não pode faltar na casa de quem adora ouvir música no volume máximo. O prático é que ela não precisa de cabos e pode ser conectada no celular, para tocar os áudios salvos ou via streaming, ao estilo de Spotify e Google Play Music. No entanto, alguns problemas de conectividade podem atrapalhar no dia a dia, impedindo de parear com o smartphone.

A boa notícia é que essas dicas podem ajudar a resolver de forma simples e rápida. Aprenda a encontrar sua caixinha de som, descobrir se ela tem suporte para múltiplas conexões e até redefinir as configurações de rede do celular neste tutorial para Android.

Ativando o Bluetooth dos aparelhos

1. É fundamental que o Bluetooth do celular esteja ligado para a caixa de som conseguir parear. Caso contrário, seu smartphone não será identificado. É normal certos apps desligarem o Bluetooth do celular para economizar bateria, por exemplo. Para descobrir se a sua conectividade está ativada, acesse o menu de “Configurar” no menu de apps e encontre o item de “Bluetooth”;

2. Ative a conexão Bluetooth na chave do topo (mudando de cinza pra verde). Note que na barra de tarefas do topo do celular aparecerá o ícone de “B” do Bluetooth ligado;

3. A caixinha de som também precisa estar com o modo Bluetooth ativado para ser identificada pelo smartphone. Nos aparelhos que têm múltiplas funções é comum o usuário escolher no botão de “Mode” (ou semelhante). Normalmente a caixa tem um aviso sonoro (ou luminoso) avisando que o Bluetooth está pronto para parear;

Caso a conexão não funcione nos dispositivos, um truque é desativar e depois reativar o Bluetooth em ambos aparelhos para parear novamente. Vale tentar desligar a caixinha também nesse processo, e ligar novamente para conectar.

Bluetooth não pareia: caixa de som pode não permitir múltiplas conexões

1. É possível que as caixas de som mais simples não suportem múltiplas conexões Bluetooth (de vários celulares) na hora de transmitir as músicas ou áudios. Com isso, a caixa não aparece na busca do segundo smartphone ou simplesmente não pareia/conecta. Para resolver é preciso desconectar a caixa de som no primeiro aparelho. Para isso, acesse o menu de “Configurar” no celular e selecione “Bluetooth” em conexões de rede;

2. Toque no ícone de configurações ao lado da caixa de som pareada e confirme em “Esquecer”. Dessa forma você poderá parear com o segundo dispositivo normalmente.

Encontrando a caixa de som correta e conectando

1. Acesse o ícone de “Configurar” no menu de aplicativos do celular e depois selecione “Bluetooth” nas conexões de rede;

2. O primeiro passo para encontrar sua caixa Bluetooth é atualizar a listagem de dispositivos ao redor. Para isso, toque no menu do topo (indicado por três pontos) e selecione “Atualizar”;

3. Todos os aparelhos com Bluetooth ligado no raio de alcance aparecerão na lista. Vale lembrar que a maioria dos aparelhos tem alcance de cerca de 10 metros entre aparelhos. Toque no item da sua caixa de som (normalmente aparece com o nome do modelo/fabricante). Ele irá parear e logo em seguida mostrará o status de “Conectado”;

Redefinir configurações de rede

1. Caso nenhuma das dicas tenha adiantado, uma tentativa é redefinir as configurações de rede do celular e isso inclui as definições de Bluetooth. Assim todos os aparelhos serão esquecidos na conectividade. Para isso, acesse o botão de “Configurar” no celular e depois toque em “Fazer Backup e redefinir”;

2. Selecione “Redefinir configurações de rede” e confirme em “Redefinir Configurações”. Esse procedimento não vai formatar o seu celular mas vai apagar senhas guardadas de Wi-Fi, Bluetooth pareados e mais ações exclusivas de rede.

Quando o procedimento for executado, ative novamente o Bluetooth do celular e tente conectar com a caixinha de som, como já mostrado neste tutorial.

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Aprenda como usar a Cortana como assistente pessoal padrão no celular Android

Cortana pode ser manuseada como assistente pessoal padrão no Android. Ao reprogramar o botão Home, o software da Microsoft assume o lugar do Google Now ou do Google Assistente no dispositivo, criando um atalho em qualquer tela para acessar lembretes, compromissos e comando de voz. A alternativa é útil para quem usa Windows 10 no PC e quer sincronizar suas informações no smartphone.

O passo a passo a seguir requer a instalação e configuração prévia do app da Cortana no celular. O procedimento abaixo é válido para smartphones rodando o Android 6.0 Marshmallow ou superior.

1. Acesse as configurações do Android e vá até a opção “Aplicativos”. Em seguida, toque no ícone de engrenagem na parte superior.

2. No item “Assistência e entrada por voz”, toque em “App de assistência”.

3. Veja que o Google está definido como padrão, mas você pode selecionar a Cortana. Vai abrir uma janela que começa com a mensagem “Tornar Cortana seu assistente?” Confirme a mudança tocando em “Concordo”.

4. A partir de agora, ao manter o botão de início do seu celular pressionado, o Android abrirá a Cortana no lugar do Google.

A dica é importante para quem usa Windows 10 porque permite usar o mesmo assistente no PC e no celular. Ao inserir um lembrete, nota ou compromisso no computador, o mesmo conteúdo aparece na Cortana para Android com um atalho no Home.

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Quantum anuncia novo dispositivo “MUV UP” com tela Full HD e 3 GB de RAM

A Quantum é uma empresa brasileira bastante interessante que aposta em smartphones intermediários com boas especificações e preço abaixo da concorrência. O “Fly” é um dos aparelhos mais conhecidos da marca e conquistou os usuários. Agora, a empresa tentará conquistar os brasileiros mais uma vez com o smartphone MUV UP, que conta com especificações de respeito.

Entre as principais características podemos destacar o chipset MediaTek MT6753, que conta com oito núcleos de processamento. Além disso, ele também possui 3 GB de memória RAM e tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD. Tudo isso faz com que o desempenho deste smartphone seja bastante satisfatório, inclusive em tarefas mais pesadas.

Especificações técnicas
  • Tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080)
  • Chipset MediaTek MT6753 com oito núcleos de processamento
  • GPU Malli-T720MP3
  • 3 GB de memória RAM
  • 32 GB de armazenamento interno
  • Câmera principal de 13 megapixels
  • Câmera frontal de 13 megapixels
  • Leitor de impressões digitais
  • Bateria de 3.000 mAh
  • Android 7.0 Nougat

Além disso, tudo, a Quantum também foca bastante na câmera deste smartphone. Essa é uma das características mais exaltadas pela empresa, que garante que o MUV UP é capaz de capturar imagens com ótima qualidade, superior a de seus principais concorrentes.

Smartphone com Android: confira algumas funções escondidas do sistema do Google

Os celulares com Android têm várias funções que ficam escondidas no sistema. As ferramentas nativas são capazes de melhorar a experiência de uso com os smartphones, mas descobri-las requer tempo e curiosidade. Com estes recursos, é possível acessar o WhatsApp a partir do celular de um amigo, inserir mensagens na tela de bloqueio e até encontrar jogos secretos.

Veja, na lista abaixo, dez funções escondidas do sistema do Google. As dicas são válidas para o Android 7.0 Nougat e Android 6.0 Marshmallow, as mais recentes versões da companhia, e dispensam o download de outros aplicativos.

1. Jogos escondidos

O Android traz Easter Eggs com jogos escondidos em cada nova versão. Para acessar o game secreto, vá em “Configurar” > “Sobre o telefone” e dê três toques rápidos em cima de “Versão do Android”. No Marshmallow, aparecerá um grande M, enquanto no Nougat, surgirá um N. Toque repetidamente sobre esta área por alguns segundos e, depois, dê um toque longo sobre ela.

O game oculto do Android 6.0 Marshmallow é no estilo do Flappy Bird, e começa imediatamente após o procedimento acima. Já na versão 7.0, um emoji de gatinho aparecerá embaixo do N, ativando o game no telefone. Para jogar, expanda a barra de notificações, clique em “Editar” e mantenha pressionada a opção “???? Android Easter Egg”, que terá o mesmo gatinho como ícone. Veja como encontrar o jogo escondido no Android Nougat em detalhes.

2. Acesse seus apps pelo celular de um amigo

O Android conta com recurso de usuário convidado, que permite acessar aplicativos e arquivos de um celular por meio de outro smartphone (também com a plataforma do Google). Para isso, vá em “Configurar” > “Usuários” e dê um toque sobre “Convidado”.

O sistema imediatamente irá alternar para um usuário “limpo”, contendo os apps já instalados no dispositivo. A partir daí, basta fazer o login na sua conta Google e em outros serviços, como Facebook e WhatsApp, para ter acesso às informações desejadas.

3. Saiba exatamente o quanto de bateria ainda resta

O percentual de bateria na barra de notificações nem sempre dá uma ideia clara sobre a quantidade de energia que o celular ainda tem. Se você quer saber o tempo que falta para o telefone desligar, uma dica é ir em “Configurar” > “Bateria”.

O Android diz o tempo estimado para a bateria acabar, além de indicar o consumo de cada aplicativo. Tocando nos gráficos ainda é possível analisar com quais recursos o smartphone gastou energia desde a última vez 100% carregado.

4. Ative o modo economia de bateria

O modo de economia de bateria é uma ferramenta nativa do Android que reduz o consumo em até 30%. Esse resultado é obtido por meio da redução do desempenho, nível de vibração, serviços de localização e apps rodando em segundo plano, o que significa que ele afeta a experiência de uso.

Se você está precisando de uma ajuda extra na autonomia do celular, vá em “Configurar” > “Bateria”, clique no ícone do menu (três pontinhos) e selecione “economia de bateria”. Mude a chave para a posição ativada e note que as barras superior e inferior mudarão para a cor laranja, além de o brilho da tela ser reduzido.

5. Insira uma mensagem na tela de bloqueio

Você pode definir uma mensagem simples para ser exibida na tela de bloqueio do Android. Ela pode ser bastante útil em caso de perda do smartphone, já que a pessoa que o encontrar não poderá acessar seus dados devido à senha.

O caminho para fazer isso é ir em “Configurar” > “Segurança” e tocar em “Mensagem de bloqueio”. Insira ali uma informação pessoal que permita a quem achar seu dispositivo entrar em contato, como um segundo número de telefone ou e-mail, e toque em “Salvar”.

6. Encripte todos os arquivos do seu telefone

O Android permite encriptar todos os arquivos do seu dispositivo de uma só vez, o que é bastante útil para quem trabalha com dados sensíveis e precisa de uma camada extra de segurança. Vá em “Configurar” > “Segurança” e deslize a tela até chegar em “Codificação”. Toque em “Codificar telefone” e, na tela seguinte, pressione o botão com o mesmo rótulo. A codificação só é feita com a bateria em 100% e o carregador conectado ao smartphone.

7. Mantenha o celular desbloqueado enquanto ele está com você

Bloquear o celular com uma senha ou um padrão é uma medida de segurança, mas desbloqueá-lo a todo momento pode ser bastante irritante. Para evitar inconvenientes, o usuário pode ativar o “Smart Lock”, uma ferramenta que identifica quando o aparelho está junto ao dono, graças a indicadores de confiança.

Você pode escolher que o smartphone fique desbloqueado quando está no seu bolso, em um lugar confiável, conectado a um dispositivo conhecido, ou usar o reconhecimento facial ou de voz. A ativação é feita em “Configurar” > “Segurança” > “Smart Lock”. Ao tocar na última opção, uma tela explicando o que é o recurso será exibida. Toque na seta de voltar e, então, selecione a sua opção de desbloqueio preferida.

8. Configure links para abrirem em páginas na web em vez de apps

Por padrão, clicar no link que remeta a um aplicativo instalado faz com que o Android abra o conteúdo dentro do app, como ao tocar sobre um endereço do Facebook, por exemplo. No entanto, às vezes, é mais conveniente que a ação seja executada a partir do navegador. Felizmente, é possível definir essa preferência nas configurações do sistema.

No menu “Configurar”, abra a opção “Aplicativos” e toque no ícone de engrenagem. Entre em “Links do app”, escolha a aplicação que desejar e pressione o botão “Limpar padrões”. Dessa forma, ao clicar em um link, você terá a opção de abri-lo com o browser.

9. Bloqueie notificações de apps específicos

Desativar o recebimento de notificações de alguns apps pode ser uma ótima maneira de lidar com o excesso de alertas. Acesse “Configurar” > “Som e notificações” e localize o menu “Notificações de apps”.

Uma lista com todos os aplicativos instalados será mostrada. Entre nos apps que deseja silenciar e mude a chave “Bloquear tudo” para a posição ligada. Você deixará de receber notificações desses serviços, mas ainda pode entrar neles sempre que desejar para ver atualizações.

10. Veja notificações antigas

É comum limpar notificações quando se está muito ocupado e, depois, se arrepender por querer vê-las novamente e não lembrar do que se tratavam. Se isso ocorre muito com você, use o widget de configurações do Android para ter na sua tela inicial o registro de todas as ações realizadas no celular.

Dê um toque longo na tela inicial e selecione “Widgets”. Encontre o app “Configurar” na lista e arraste-o para dentro da tela. Deslize o dedo para baixo, até chegar em “Registro de notificação”, e selecione essa opção. Como a ferramenta captura outras ações além das notificações, ela pode ser útil para identificar quando alguém usou seu celular sem sua permissão.

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LG G6 LG tem 5,7 polegadas, marca diz que serviços como Netflix e Amazon Prime Vídeo é sua especialidade

O aguardado smartphone LG G6 está um passo mais perto de ser lançado no Brasil. O novo celular top de linha da empresa coreana apresentado na semana passada em Barcelona, durante a Mobile World Congress já está homologado na Anatel. Agora é só uma questão de tempo para o seu lançamento oficial no país.

A tela tem 5,7 polegadas com proporções 18:9, o que a faz ser um pouco mais larga do que as tradicionais telas de 16:9 dos celulares do mercado. A distribuição, porém, torna o G6 um aparelho ideal para funções multitarefas, já que essa proporção divide a área de exibição em dois quadrados. É, inclusive, um modelo de distribuição que vem sendo adotado pela indústria de entretenimento, e a LG diz que serviços como Netflix e Amazon Prime Video estão se voltando a esse formato.

Ao contrário do que aconteceu em 2016, no entanto, a versão do G6 que o Brasil receber não deve ser mais fraca do que a edição internacional. Para quem não se lembra, o G5 chegou ao país com o “sobrenome” SE, que, na prática, significava menos memória RAM e um processador inferior, mantendo o preço de top de linha. Quando comparado a outros modelos na faixa de preço que não tiveram suas especificações reduzidas, o G5 SE acabou ficando para trás.

O que nos leva a acreditar que o mesmo erro não será repetido em 2017 é o fato de que o modelo homologado é o LG-H870, que é exatamente o mesmo aparelho que estava em exibição em Barcelona, com as mesmas configurações.

Ainda durante a MWC, houve a previsão de que o G6 seria lançado no Brasil em maio. Com a homologação, que é a última barreira legal para o celular ser distribuído no Brasil, parece que tudo está nos trilhos para o lançamento ocorrer na data prevista.

O que esperar do G6?

A lente grande angular permite capturar mais dos arredores das fotos. Com isso, ela é um pouco mais voltada para fotos de paisagens ou multidões. A outra lente, por sua vez, é mais fechada e se assemelha a uma lente tradicional. Ela acaba sendo mais adequada para retratos e para fotografar detalhes.

Na parte da frente, o aparelho vem com uma câmera de 5 MP e uma lente de ângulo um pouco mais aberto que o normal — ela tem f/2.2 e 100º. Essa mudança na lente é para fazer com que ela capture mais do espaço em torno do usuário, e facilita na hora de tirar selfies em grupo. Por outro lado, pode acabar distorcendo o rosto do usuário, caso ele tire uma selfie de perto demais.

Fora isso, o aparelho possui um processador Snapdragon 821 e 4 GB de RAM, que devem garantir uma performance bastante adequada ao aparelho. A bateria do smartphone, com 3.300 mAh, também promete uma boa duração.

A resolução dessa tela é de 2.880 por 1.440 pixels (com 564 ppi), o que faz com que ela seja levemente superior ao Quad HD de aparelhos como o Galaxy S7 Edge, da Samsung.

Outra diferença marcante está na configuração das câmeras do dispositivo. O G6 tem duas câmeras na sua parte traseira, seguindo a tendência lançada por seu antecessor (e que a Apple usou no iPhone 7 Plus). São dois sensores de 13 MP, um deles associado a uma lente normal, com abertura f/1.8 e 71º, e outro a uma lente grande angular, com f/2.4 e 125º.

 

Android: erros que podem prejudicar a bateria do seu smartphone

baUm smartphone Android possui limite em sua bateria, por isto caso o usuário não respeite o seu dispositivo é possível que sua vida útil seja menor. Desta forma, para entender como funcionam as baterias de lítio, veja seis ações que podem causar problema e danificar o seu dispositivo.

 

Carregar o aparelho durante toda a noite

Normalmente as pessoas possuem o costume de deixar o aparelho carregando até o dia seguinte, porém, não é indicado, pois o ideal é não ultrapassar o limite das 8-10 horas.  Desta forma, recomenda-se carregar o seu dispositivo quando a bateria estiver entre 20% e 80%, pois as baterias de lítio não tem problema de memória, por isto não é preciso carregar ao máximo ou esperar que acabe a carga.

Utilizar carregador errado

Caso o carregador do seu aparelho tenha estragado, normalmente o usuário compra outro mais barato, porém, isto pode trazer problemas em longo prazo.

É preciso saber que os carregadores são fabricados com especificações técnicas próprias, por isto o ideal é comprar por modelos de qualidade e ficar longe dos produtos piratas. Além disso, está dica também é válida para as baterias, por isto utilize sempre modelos originais para não estragar o seu smartphone Android.

Utilizar dispositivo enquanto carrega

Como as pessoas, o celular também precisa de repouso, por isto, se possível durante a recarga, deixe o seu aparelho de lado, pois utilziar o smartphone enviando mensagem ou vendo vídeos pode aumentar a temperatura do dispositivo e o calor é um grande problema para baterias de lítio.

Deixar acabar toda carga do telefone

Os aparelhos atuais não sofrem com o problema da memória por isto elas não ficam viciadas, mas é preciso evitar que o seu aparelho seja todo descarregado, até porque geralmente os telefones possuem sistema de segurança que desliga o telefone se a bateria chega a 5%.

Esperar chegar a níveis baixos pode ser perigoso, por isto, procure carregar o seu dispositivo quando a bateria estiver entre 20 ou 15%.

Carregar o dispositivo no computador

Ao carregar o seu telefone pelo computador é possível danificar a bateria, pois a corrente na entrada USB pode oscilar e como consequência garantir mais aquecimento do que quando o carregamento é feito na tomada. Através deste aquecimento é possível diminuir a vida útil da sua bateria, pois os materiais empregados como os eletrodos e eletrólitos são estáveis com baixa temperatura, por isto é normal superaquecer.

Em teste o site Battery University observou uma perde de 65% da capacidade de uma bateria quando foi exposto em temperatura de 40 graus Celsius, por isto o recomendado é utilizar um  carregador original e tomada.

Evite deixar o aparelho no sol

Procure nunca deixar o seu aparelho no sol, pois o telefone irá esquentar, além disso, o calor pode danificar a bateria, lembrando que esta dica também é válida para outras ações que possam sobrecarregar o seu aparelho e ocasionar um superaquecimento.

Para auxiliar, se necessário utilize um aplicativo para monitorar a temperatura do seu dispositivo, como exemplo o “Cooler – Resfrie seu telephone”.

 

Cuidados que se deve tomar quando for comprar um aparelho usado

A cada dia, inúmeras novidades de smartphones são lançadas no mercado consumidor. Assim, as pessoas estão sempre procurando ter melhores celulares, e vendendo o seu atual por um preço “camarada”. Porém, essas pessoas que irão usufruir desses telefones que já passaram por outros donos, precisam ficar atentos à alguns detalhes antes de fechar a compra.

1- Tela

A primeira coisa que observamos em um celular, é sua tela. Não é pra menos, pois dependendo do aparelho, o valor de uma nova tela pode ser superior ao do celular novo. Observe bem se os arranhões são apenas superficiais (as vezes, apenas a película está riscada e a tela principal do telefone pode estar em bom estado).

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2- “Corpo”

O corpo ou a carcaça é uma das primeiras coisas que se nota também. Observe se há botões danificados, arranhões e/ou rachaduras em todo o celular. É possível comprar uma versão falsificada da carcaça por um preço menor. Usuários geralmente usam capinhas e películas para proteger a estética do celular.

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3- Conectividade

Dependendo do aparelho e do uso, algumas entradas podem acabar ficando danificadas devido ao tempo ou mal uso. Teste todas as entradas e tenha certeza de que o problema não é no smartphone, pois cabos como carregadores e fones de ouvidos podem ser comprados facilmente por um baixo custo (porém, não possuem a mesma durabilidade e eficiência de um original). Também é necessário testar as conectividades sem fio, entradas de cartãoSD e chip.

 

4- Bloqueado

Existem dois tipos de bloqueio:

– IMEI: é o acrônimo de Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel), esse número é único e corresponde a identificação no cadastro no banco de dados no registro de identidade de equipamentos. Os aparelhos roubados ou perdidos podem ser bloqueados na operadora de telefonia com o objetivo de dificultar a sua comercialização. É possível consultar se o aparelho está bloqueado informando o número de IMEI. O IMEI é exibido após a digitação dessa sequência de caracteres *#06#. Mas vale salientar que criminosos conseguem alterar facilmente o número do IMEI, e desbloqueá-lo para revenda.

– Segurança: O aparelho pode ser bloqueado com uma senha de acesso, nesse caso basta redefinir as configurações de fábrica para desbloqueá-lo. Esse tipo de proteção não é o suficiente para proteger o aparelho. Existem aplicativos que aumentam a segurança e dificultam o desbloqueio; no Android é possível bloqueá-lo pela internet e verificar a sua localização quando ele estiver conectado na rede. Alguns modelos de aparelhos contam com proteções nativas disponibilizadas pelos fabricantes, mas existem maneiras de desbloqueá-los. Se o aparelho com Android estiver com uma versão modificada do sistema, peça ao vendedor para que ele apresente o aparelho com a versão original de fábrica. O iPhone possuí um eficiente mecanismo de proteção vinculado ao iCloud, sem ter acesso a senha cadastrada ao pacote de serviços o aparelho fica inutilizado. E semelhante ao recurso existente nos dispositivos com o Android, os proprietários do iPhone conseguem visualizar a localização do aparelho quando ele estiver conectado na internet.

 

5- Falsificados

Constantemente, aparelhos são copiados atualmente e vendidos por um preço abaixo da média, assim como sua qualidade. É possível descobrir se você tem um falso smartphone através de alguns aplicativos que dão um diagnóstico sobre o celular, que pode ser comparado com as especificações de um celular original.

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Além de tudo isso, você ainda pode estar comprando um smartphone roubado, mesmo ele estando na caixa lacrada, devido a constantes assaltos a lojas e cargas. O que, é considerado um crime. Tome cuidado quando for comprar um smartphone, seja ele novo ou usado. E nunca esqueça de observar todos os detalhes e se informar sobre tudo o que você tem direito.

Veja dicas incríveis para tirar as melhores fotos no seu smartphone

Se você está sempre registrando momentos, separamos algumas dicas que vão fazer suas fotos feitas com o smartphone ficarem ainda melhores. E só ter um celular na mão para poder tirar foto de qualquer coisa e de qualquer jeito. No começo da geração dos smartphones, a qualidade não permitia que as imagens ficassem tão interessantes, mas, atualmente, a qualidade das câmeras é tão boa que é possível realizar belos registros.

Veja como algumas atitudes simples podem fazer muita diferença na hora de tirar aquela selfie com seus amigos e colocar uma foto bem elaborada para colocar na web.

1. Foco

A primeira coisa a ser conferida quando se usa a câmera do celular é o foco. Se ele não estiver ajustado, não há chances da foto ficar boa. Primeiro, decida qual é o objeto da imagem que deverá ser destacado. Se ele estiver desfocado, toque em cima dele até que o ajuste seja feito.

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2. Esqueça o zoom

O zoom das câmeras dos smartphones não é tão bom. Até que é possível aproximar a imagem com nitidez, mas o recurso não o suficiente para que a foto continue com a qualidade oferecida pelo smartphone. Uma alternativa é tirar a foto normal e depois recortá-la. Se ela estiver na qualidade máxima, ao ser diminuída, a qualidade permanecerá boa.

3. Não use o flash

Ao contrário dos que não têm noção de fotografia pensam, o flash não é um recurso muito útil. O brilho da luz vai iluminar apenas um local, deixando o resto mais escuro do que já estava, formando uma grande sombra em volta da imagem. Portanto, evite utilizá-lo.

4. Use a câmera traseira, não a frontal

Mesmo sendo a melhor opção para as tão famosas selfies, a lente frontal não tem a qualidade tão boa quanto a traseira. Não raramente, o sensor tem menos da metade da qualidade do sensor da câmera principal.

5. Experimente aplicativos de câmera

Existem alguns aplicativos de câmeras profissionais que ajudam o usuário a tirar fotos com mais qualidade graças a recursos como exposição, foco, entre outros. Para Android, a dica é o Camera FV-5 e, para iOS, o

Para as fotos ficarem incríveis, não podem ficar tremidas, não é verdade? Então, procure manter os braços próximos do corpo pra ter mais estabilidade.Bom, agora é só caprichar no clique.

Será que podemos usar o mesmo carregador para outro celular?

Por mais que a tecnologia dos smartphones avancem, oferecendo cada vez mais memória, capacidade de processamento e telas de altíssimas resoluções, aparentemente as baterias não conseguem acompanhar  a evolução no mesmo ritmo.

Quanto mais o aparelho tem recurso, mais energia ele consome, o que nos obriga a fazermos recargas com mais frequência não é mesmo?

De vez em quando andamos com o carregador do celular no bolso,no carro na bolsa,etc, já nos prevenindo para o momento que a bateria vai descarregar. Mas acontece que podemos perder o carregador original  e aí falamos: “posso usar teu carregador rapidinho?”

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Afinal de contas, se quase todos os aparelhos contam com carregadores que se conectam via microUSB, então não deve ter problema algum em usar o carregador do Moto G no Galaxy S5… Ou será que tem? Veremos!

Antigamente, antes de você ver todos os padrões microUSB, USB, miniUSB, USB Type-C, Lightning e outros que podem ainda surgir, cada fabricante de celular fazia os seus próprios conectores. Com isso, tornava-se impossível utilizar o carregador de um aparelho para fazer a recarga da bateria de outro produzido por outras empresas.

E isso tinha um lado ruim? Talvez tivesse! Tinha um lado bom? Certamente!

Cada fabricante utilizava diferentes equipamentos na montagem dos seus celulares. Baterias e circuitos eram preparados para suportar tensão e corrente com um limite máximo e cada aparelho trazia suas próprias especificações nesse caso. Com isso, usar um carregador inapropriado poderia causar problemas bem sérios aos circuitos de um aparelho com suporte menor às correntes.

Resultado de imagem para usar o mesmo carregados no outro celular

 

A maior parte dos carregadores que utilizam conectores USB traz a tensão de 5 volts para os aparelhos. Porém, é preciso dizer que cada fabricante usa diferentes capacidades de corrente nesses acessórios, e as diferenças não são pequenas, por isso é importante ficar muito atento. De acordo com o Make Use Of, estas são as correntes de três das maiores fabricantes da atualidade:

  • Samsung: 0,7 amperes (5V)
  • Motorola: 0,850 amperes (5,1V)
  • ASUS: 2 amperes (5V)

Há diferenças bem interessantes nos aparelhos e isso pode variar ainda mais se aumentarmos a gama de análise. Mas o que isso significa efetivamente? Será que isso quer dizer que os aparelhos podem explodir a qualquer momento se usarmos o carregador errado?

Bem, na verdade, não. Apesar de isso ser um grande perigo quando estamos falando de tensão, no caso da corrente as coisas são menos perigosas. Existe uma diferença básica entre tensão e corrente — pois enquanto a primeira é sempre constante (sempre 5 volts, por exemplo), a segunda é variável (um aparelho com 2 amperes pode trabalhar com menos que isso, sem problemas).

 

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A melhor forma de evitar problemas, é observar com bastante atenção os dois carregadores, e se certificar de que a corrente que o celular precisa é compatível com aquela fornecida pela nova fonte.Se o carregador é totalmente compatível com o seu aparelho, pode usá-lo sem medo. Mas lembre-se, a melhor alternativa é usar sempre produtos originais.

Uma coisa diferenti serta menti

Saiba porque as baterias do Galaxy note 7 explodem: Samsung responde

Como você sabe, o Galaxy Note 7 tem apresentado vários problemas com baterias que explodem. Você faz ideia do porquê isso vem acontecendo? Várias perguntas vêm sendo feitas com este tema, e a Samsung do Reino Unido respondeu com um comunicado:

“Baseado na nossa investigação, descobrimos que era um problema com a célula da bateria. Um superaquecimento da célula acontecia quando o anodo entrava em contato com o cátodo, o que é um erro muito raro no processo de produção”, diz a resposta.

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Por mais que os smartphones tenham evoluído bastante nos últimos anos, os módulos de bateria não conseguiram acompanhar todo esse avanço, ainda dependendo de componentes químicos altamente inflamáveis como, por exemplo, o lítio, que também possui um elevado potencial eletroquímico.

Quando uma bateria defeituosa superaquece, suas células se quebram, dando início a uma reação em cadeia, algo chamado de “fuga térmica”, uma das principais razões pelo qual ela explode. O problema pode ser engatilhado por um simples curto-circuito ou, como nesse caso, um defeito de fabricação.

A situação que envolve o tablet é tão séria, que até mesmo o órgão responsável pela regulamentação de voos e segurança dos passageiros nos EUA está cogitando banir o Galaxy Note 7 de embarcar nas aeronaves.

Mas eles afirmam que nunca houve relatos de ninguém que tenha se machucado em nenhuma parte do mundo e que quando acontece, é um caso isolado, apenas na bateria e não no aparelho.