Louis Vuitton anuncia smartwatch com suporte para Android

Os tempos mudaram: a Louis Vuitton, mais conhecida por suas bolsas, tornou-se concorrente da gigante da tecnologia Apple nesta terça-feira, ao anunciar o lançamento de seu primeiro smartwatch. Desenvolvido para rodar no sistema operacional Android, da Google, o relógio high-tech vai concorrer com o iWatch no segmento conhecido como “wereable tech”, ou seja, aparatos tecnológicos que compõem o guarda-roupa.

Com o nome de Tambour Horizon, o relógio high-tech da Louis Vuitton tem como grande diferencial o estilo: ele pode ser customizado graças a 60 tipos de pulseiras diferentes, enquanto o painel digital pode ser estilizado diante de diversas opções disponíveis para download.

Os preços do Tambour Horizon variam: o relógio em si custa a partir de US$ 2.511, enquanto as pulseiras não saem por menos de US$ 303. Mesmo assim, o modelo passa a ser o relógio mais acessível da grife francesa. O produto ainda inclui os famosos guias de turismo da Louis Vuitton e o aplicativo “My Flight”, para voos de avião.

“Nós não sabemos aonde a indústria de objetos conectados está indo, mas sabemos que será algo gigante. Você pode ou sentar na calçada e assistir, ou você pode mergulhar fundo e ser um protagonista”, comentou ao site “Business of Fashion” o CEO da Vuitton, Michael Burke, sobre o lançamento.

Mesmo assim, alguns especialistas no mercado de luxo responderam de forma cética ao lançamento. Além da Louis Vuitton, grifes como Tag Heuer, Bulgari e Montblanc já haviam lançado seus smartwatches. Resta saber se tais marcas, associadas mais à durabilidade e ao apelo atemporal de seus produtos, vão conseguir fazer frente a um mercado movido por inovações e atualizações constantes.

Facebook no Android permite ver vídeos offline no app

fanQuem possui um smartphone com Android já pode se animar com uma notícia quentinha e que chegou dando o que falar. Isso porque foi afirmado, que o Facebook para o sistema irá permitir que os usuários salvem seus vídeos para, posteriormente, assistirem no modo offline no aparelho.

Apesar de ainda estar em fase de testes, é importante saber sobre, primeiramente, que não se trata de um download dos vídeos para a memória do smartphone, mas sim, de uma função que funciona como uma gravação de conteúdo dentro de um aplicativo. Dessa forma, após a gravação, pode-se assistir ao material sem a necessidade de conexão com a internet.

Com isso, apesar de não se tratar de uma economia na memória do telefone, a ideia se torna muito útil em relação à utilização dos dados móveis de uma operadora, por exemplo, ou ainda quando as pessoas não possuem conexão com a internet o tempo todo. Sendo assim, a sugestão é que se aproveite uma rede Wi-Fi, independente de onde se esteja, para gravar o conteúdo dentro do aplicativo e visualizá-lo posteriormente e quando quiser.

Até o momento, não há previsão de uma versão para o iPhone. Aos poucos, porém, a atualização está sendo liberada para usuários de Android, estando essa em um botão de salvar no canto superior direito da tela dos vídeos.

Para a sua utilização, portanto, basta clicar na opção referente a salvar um conteúdo no Facebook. Entre em uma publicação e vá até a seta e selecione “salvar vídeo”. Concluído isso, é preciso ir até o menu do Facebook para Android e clicar em “salvos”.

É fundamental ressaltar que a reprodução só é possível dentro da própria rede social e não por meio de outros aplicativos, como é o caso do MX Player e VLC Media Player. Ainda, essa opção de salvar vídeos aparece nas versões beta de 85 e 86 do app da rede social para Android.

Faz-se importante ainda saber que não há limite de vídeos e, dessa forma, pode-se salvar quantos o usuário quiser e por tempo ilimitado. Ainda, a exclusão também pode ser feita quando convém.

Tag Heuer: Empresa suiça desenvolve primeiro smartwatch de luxo com sistema Android

th2Praticamente um ano atrás, um dos chefes da Tag Heuer criticou a primeira geração de smartwatches da Apple. Agora, a empresa suíça desenvolveu seu próprio modelo de relógio inteligente, aponta reportagem do site Business Insider. A empresa anunciou seu relógio Connected Watch em novembro e em alguns meses estará disponível em todo mundo.

O modelo é resultado de esforços da empresa com a Intel e o Google. A Intel foi responsável pelo chip e o Google pelo sistema operacional, o Android, enquanto a companhia suíça trouxe o hardware e o design.

O Google comenta que o dispositivo é “o primeiro relógio de luxo com sistema Android Wear”. O preço dele é de US$ 1,5 mil e tem desempenho semelhante com o Moto 360 da Motorola. A reportagem do Business Insider comenta que o preço não é extremamente barato, mas levando em conta que é um produto de luxo, não está tão caro assim.

A Tag Heuer faz parte do conglomerado de luxo da França LVMH, responsável, entre outras marcas, pela Louis Vuitton, por exemplo. Outros relógios da empresa suíça, que não são smartwatches, são oferecidos por mais de US$ 3 mil.

Android: Plataforma não terá versão do iMessage: Apple desmente boato durante WWDC

imApple não vai liberar o iMessage para Android, contrariando os rumores lançados por um site americano. A notícia que circulava é de que o app seria liberado nesta semana, na WWDC 2016, o que não ocorreu.

A razão para isso seria, em termos gerais, a ausência de um bom motivo para disponibilizar o mensageiro para a plataforma do Google. As explicações foram dadas por um “executivo sênior da Apple”, segundo um colunista do site The Verge.

Walt Mossberg, que também é o principal colunista de tecnologia do The Wall Street Journal, teria conversado com o alto executivo da Apple. Segundo o colunista, sua fonte deu duas principais justificativas para que o Android não receba o iMessage. A primeira delas é que o serviço de mensagens é um apelo comercial do iOS e MacOS. Limitar o iMessage para os dispositivos da maçã, dessa forma, impulsiona as vendas do hardware da companhia.

O segundo motivo é que os sistemas da Apple já têm mais de 1 bilhão de dispositivos ativos no mundo. Essa quantidade de usuários gera um conjunto de dados grande o suficiente para quaisquer possíveis iniciativas de inteligência artificial na qual a Apple possa estar trabalhando, disse o executivo, que não foi identificado. Pelo menos por enquanto, a companhia não teria interesse em alargar sua base.

O Apple Music, que chegou ao Android no ano passado, foge a essa lógica. No entanto, cabe lembrar que o serviço de streaming não era um produto forte da companhia, como o iMessage é. Outra razão é que, em uma plataforma de música, garantir a maior base de usuários possível é um fator importante para negociar com artistas. Se um cantor quer lançar seu álbum com exclusividade via Spotify ou Apple Music, a decisão certamente passará pela quantidade de usuários de cada streaming.

Enquanto alguns usuários Android ficam descontentes com a notícia, quem tem o sistema móvel da Apple vivencia a expectativa da chegada do iOS 10, previsto para ser liberado entre setembro e novembro. Entre as novidades estão uma nova tela de desbloqueio, integração da Siri com WhatsApp, troca de mensagens com maior personalização e um teclado com GIFs, entre outras.

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Samsung Galaxy S8 e sua tela 4K e câmera dupla

O potente Galaxy S8 pode chegar ao mercado de telefonia móvel para fazer história na linha do tempo da Samsung. O modelo possui data prevista para apenas o próximo ano, 2017, porém as fontes que dizem estar próximas dos planos da gigante da Coreia do Sul dão sugestões do que esperar dele, incluindo uma tela 4K UHD e um sistema duplo de câmeras principais.

Ambas as características já foram citadas anteriormente, mas agora outro informante vem a público para corroborá-las, adicionando mais detalhes sobre elas. Segundo o site Mobile.163, fundado e especializado no continente asiático, a responsável pela fabricação dos dois sensores fotográficos seria a própria Samsung, evitando terceirizar as peças vitais. Embora isso já aconteça no Galaxy S7 e outros, a empresa divide a responsabilidade com a Sony. Desta vez, no entanto, nenhuma parceira estaria envolvida.

SEMCO (Samsung Motors Company) é a divisão da Samsung em cargo de manufaturar o sensor ISOCELL. O sistema duplo de câmeras do Galaxy S8, como consequência, estaria nas mãos dela. Seria essa a premissa para a estreia do famoso BRITECELL? É possível que sim. Trata-se do sucessor do ISOCELL, prometendo mais estabilidade de luz em condições com baixa iluminação e redução de artefatos em cores, apresentado no final de 2015.

2c2A novidade era esperada para debutar no Galaxy S7, o que não aconteceu. Sabendo disto, ou a empresa sul-coreana guardou sua “carta na manga” para o Galaxy Note 7 ou o projeto está ainda mais para o futuro, visando o Galaxy S8. Seja como for, esse assunto ganhará mais atenção quando o anúncio do sucessor do Galaxy Note 5 finalmente acontecer, algo que está previsto para a primeira semana de agosto de 2016.

Já a tela 4K UHD foi um dos últimos tópicos a serem abordados no Galaxy Note 7. A presença da monstruosa resolução do display estaria envolvida intrinsecamente com a realidade virtual, oferecendo uma imersão incrível em um mundo feito de pixels. Caso o poderoso phablet realmente conte tanto com essa tecnologia quanto a câmera dupla, seria uma espécie de “Galaxy S8 em treinamento”, onde a Samsung poderia experimentar as novidades e, caso haja sucesso, colocá-las no herdeiro da linha Galaxy S.

Não é possível confirmar a veracidade das informações com base em apenas o que foi visto até agora, sendo necessário aguardar até que dados mais sólidos sejam apresentados. Tendo isso em mente, esperar até o início de agosto antes de tirar conclusões soa como uma boa ideia, já que o Galaxy Note 7 dirá muito sobre o Galaxy S8, fique atento.

Samsung e Apple em: o nascimento de uma nova moda

2cSistemas duplos de câmeras principais não são exatamente uma novidade no mercado de telefonia móvel. Várias companhias já desfrutam desse método de captura de imagens, como a Huawei, ZTE, HTC e afins, porém as duas maiores responsáveis pela popularização de novas tecnologias são a Samsung — entrando na brincadeira com o Galaxy Note 7 ou Galaxy S8 — e a Apple. Esta última já esteve envolvida em diversas situações onde a presença de dois sensores foi citada, sugerindo que o iPhone 7 Plus possa chegar às prateleiras com tal mecanismo. Se isto acontecerá ou não; é um mistério, mas há um grande potencial para essa ser a próxima moda no setor de smartphones modernos.

FiLMiC Pro finalmente chega ao Android

filSmartphones no lugar de câmeras dedicadas para capturas de fotos incríveis não é novidade, mas também já temos aplicativos que permitem criar vídeos dignos de uma estatueta do Oscar. FiLMiC Pro, ferramenta que anteriormente está disponível apenas para o sistema móvel da Apple agora também pode ser usufruída por usuários do Android.

Há alguns dias vimos um incrível vídeo produzido com a ajuda do FiLMiC Pro instalado em um Apple iPhone 6s, nos dando uma ideia de quão bem-vinda é essa ferramenta no mundo do robozinho verde.

Basicamente, o premiado aplicativo FiLMiC permite gravar vídeos utilizando seu próprio dispositivo móvel fornecendo variadas opções para tirar o máximo proveito da lente da câmera. Algumas de suas maiores características é a capacidade de capturar clipes com uma configuração padrão, manual (permite ajustar todos os parâmetros) ou híbrida (uma mistura de ambos). Você pode acessar o zoom, sincronização de áudio e várias proporções de quadro (24, 25, 30 fps), usando um controle deslizante para diferentes configurações em tempo real enquanto captura o vídeo, aplicar câmera lenta ou rápida e muitas outras características.

Para usufruir de todos os recursos oferecidos pelo FiLMiC é necessário um dispositivo com suporte para a API Camera2 e o Android Lollipop ou superior, sendo que atualmente temos a seguinte lista de aparelhos elegíveis: Google Nexus 5, Nexus 6, Nexus 9, Nexus 5X e Nexus 6P, LG G4, LG G Flex 2, LG V10, NVIDIA Shield Tablet, Samsung Galaxy S6, S6 Edge, S6 Edge+ e Galaxy Note 5, OnePlus 2 e Alcatel POP2, além de alguns modelos AQUOS da Sharp.

Depois de criar os vídeos você também poderá realizar ajustes a partir do próprio aplicativo. Parâmetros tais como a exposição, o contraste, a saturação, temperatura da cor e muitas outras estão disponíveis para melhorar a edição. É possível até mesmo usar formatos diferentes, variando de Cinemascope (2.59: 1), Super 35 (2.39: 1), Letterbox (2.20: 1), Super 16 (1.66: 1), 16: 9 (2K, 1080.720, 540), Digital Cinema Initiative (2K) até 1:1 (voltado par o Instagram).

Como não poderia ser diferente, você pode compartilhar os vídeos capturados por meio do aplicativo nos canais mais conhecidos tais como Facebook, Dropbox, Vimeo, Google Drive e muito mais. Pois bem, os interessados podem realizar o download a partir do link abaixo, tendo em mente que será preciso pagar por toda essa qualidade, aproximadamente R$ 40.

Google lucra mais dinheiro com iOS do que com Android

anddMesmo sendo o sistema operacional móvel mais usado do mundo, a Google não lucra “horrores” com o Android e chega até a ganhar mais dinheiro com o iOS, da concorrente da Apple.

Como é disponibilizado de forma gratuita (open-source), o Android não traz uma montanha de dinheiro para a Google. Então, ela tenta compensar isso com publicidade. Mas neste ponto vem a pegadinha: segundo a Goldman Sachs, 75% do lucro de US$ 11,8 bilhões que a Google gerou em buscas mobile em 2014 são de gadgets com iOS. Ou seja, iPhones, iPads e iPods que utilizam as ferramentas da Gigante das Buscas.

Então, se 75% de 11,8 bilhões vêm do iOS, US$ 3 bilhões são gerados no Android.

Microsoft e fabricantes terceiros…

O artigo também comenta que a Microsoft lucra com o Android o mesmo tanto que a Google. Isso porque as fabricantes precisam pagar entre US$ 5 e US$ 15 à MS por cada smartphone Android produzido — e isso daria cerca de US$ 2 bilhões por ano.

A causa do pagamento está nas patentes. A Gigante dos Softwares possui muitas patentes e, como retorno, recebe royalties.

O mercado para as fabricantes também é duro: as únicas empresas que lucram com aparelhos Android são a Samsung (US$ 33,33 por aparelho) e a LG (US$ 0,16 por aparelho). HTC, Sony e Lenovo/Motorola ainda não conseguiram sair do vermelho, perdendo US$ 36, US$ 26 e US$ 18 por smartphone vendido, respectivamente. A Apple, de acordo com a pesquisa, ganha US$ 184 por iPhone.

Guia prático: como trocar de Android para iOS e de iOS para Android

aaSeja novo ou usado, explicamos aqui como repor as definições de fábrica em smartphones Android e iPhone antes de os reutilizar — tenha em conta que as últimas versões dos sistemas Android e iOS são cada vez mais compatíveis, na medida em que é muito fácil transferir informação de um lado para o outro. Não há razão para pânico, portanto.

No passado recente não era assim, a diferença tecnológica entre os sistemas operativos era grande, mas a partir do lançamento da versão 5 do Android (conhecida por Lollipop) o cenário mudou. O iPhone foi pioneiro mas a máquina Google melhorou muito e, embora existam diferenças, estão cada vez mais próximos em termos funcionais. Não vamos entrar na discussão sobre qual é o melhor, mas antes explicar como transitar de um para o outro — em ambas as direções e sem complicações. O caminho mais fácil é utilizar os serviços da Google, mas há outras opções.

De Android para iOS…

A Apple facilita a vida com uma aplicação disponível no Google Play que transfere toda a informação essencial do Android para o iPhone, incluindo as aplicações (apps) gratuitas tais como Facebook ou Twitter. As aplicações pagas são automaticamente colocadas na lista de desejos (wish list) da loja da Apple.

Mas, uma vez mais, as aplicações Google são a forma mais prática: email, contactos, documentos e fotografias – através do Google Photos, que oferece armazenamento gratuito ilimitado. As aplicações da Google funcionam da mesma forma (e bem) em ambos os sistemas operativos.

Outra opção é a instalação de aplicações específicas para transferir dados. Umas utilizam a cloud (PhotoSync) e outras transferem os dados através da rede Wi-Fi (Copy My Data).

As fotografias podem ser transferidas de Android para iOS sem passar pela cloud, através do iTunes. Basta copiar as fotografias do Android para o computador e deste para o iTunes, que depois sincroniza com o iPhone. O mesmo procedimento para transferir música.

Uma vez que o Android é reconhecido pelos computadores como um disco externo, é fácil encontrar as pastas onde estão guardadas as fotografias e a música. Depois de as importar para o iTunes, pode ainda escolher o que quer sincronizar com o iPhone.

De iOS para Android…

Algumas marcas já desenvolveram ferramentas de transição idênticas à da Apple. A Samsung por exemplo, tem o Smart Switch.

Tal como na transição de Android para iPhone, a Google é o caminho mais fácil, já que as aplicações funcionam tão bem em Android como em iOS. A Google tem uma página que explica, passo a passo, como fazer a transferência de dados.

No momento de trocar de sistema operativo, a transferência das mensagens de texto estão entre os pontos mais problemáticos. Existem aplicações que permitem esta transição com garantia da cópia das SMS mas não das iMessage (as mensagens de texto “azuis” da Apple). Uma hipótese é copiar manualmente para um documento de texto e guardar para arquivo.

Em relação às mensagens, uma nota importante: desligue primeiro a função iMessage, de modo a garantir que a Apple desligue o sistema para o seu número. Este processo pode demorar algum tempo. Caso não desligue o iMessage, corre o risco de deixar de receber mensagens dos seus contactos que utilizam iPhone — é um problema bem identificado que ainda não foi totalmente resolvido.

Para transferir música, utilize o Gestor de Música do Google Play, que faz o upload de todos os temas que tem na conta do iTunes para o Google Play Music — para que funcione tem de ter os respetivos ficheiros armazenados no disco.

Se utiliza uma conta iTunes Match, tem já disponível a primeira aplicação desenvolvida pela Apple para o universo Android: o AppleMusic. Tenha em atenção que esta aplicação, à semelhança de outros serviços de streaming de música (Spotify, TIDAL ou MEO Music) podem ser usados em modo offline, ou seja, sem que seja preciso utilizar dados móveis – não se esqueça de desligar esta função para evitar surpresas na conta ao final do mês.

Se optar por fazer esta transição em bloco, sem grandes preocupações de arrumação, tem ainda a hipótese de utilizar um serviço de armazenamento na cloud, como por exemplo uma conta MEO Cloud, Google Drive, OneDrive ou Dropbox, que permitem armazenar fotografias e documentos. Uma vez na nuvem, passam a estar acessíveis em qualquer dispositivo.

Notas gerais:

Os marcadores (bookmarks) guardados no browser do computador podem ser facilmente transferidos, independentemente de ser um utilizador Apple ou Windows e do novo smartphone ser um iPhone ou um modelo Android.

A transferência, se necessária, tem de ser feita no computador. Basta exportar os marcadores de um dos browsers para o ambiente de trabalho e depois importar para o outro.

Ao contrário da concorrência, o Safari é um browser que apenas está disponível, na versão móvel, para o iPhone. Se o seu novo smartphone for um Android, terá de exportar os marcadores do Safari para o computador e depois importar para o Chrome, o browser predefinido no Android. Ou então optar por browsers multiplataforma, como o Firefox ou o Opera.

E as notas e lembretes? É o mais difícil, de parte a parte. Não conhecemos nenhuma aplicação que seja capaz de transferir de forma eficiente as notas e lembretes entre Android e iOS. A solução mais prática passa por usar uma aplicação externa multiplataforma. O Evernote está entre as mais populares.

Outras notas:

As boas práticas de utilização recomendam que se faça com frequência uma cópia de segurança do smartphone, que passa por guardar, num computador ou na cloud, informações tais como contactos, agenda, notas e aplicações, para facilitar o restauro total da informação, mas estas ferramentas de restauro só funcionam plenamente dentro de cada sistema operativo, ou seja, de iOS para iOS e de Android para Android – sobretudo dentro do universo de cada marca (Samsung, LG, Huawei, etc.).

Trocar de smartphone (de Android para iOS e vice-versa) pode ser uma excelente oportunidade para “arrumar a casa”. Com o passar do tempo vamos descarregando aplicações mas, acabamos por usar apenas uma ou duas dezenas. Trocar de SO obriga a reinstalar aplicações, por isso recomendamos que o vá fazendo ao ritmo da necessidade.

A maioria dos utilizadores, em especial os que usam smartphones há mais tempo, vão dar-se conta que tinham instalado aplicações que não usam. Além disso, as páginas web adaptam-se cada vez melhor aos ecrãs pequenos dos browsers, o que torna dispensável a utilização das appsmenos usadas.

Apple Music está disponível para Android

amO Apple Music, o serviço de música por streaming da Apple, está disponível para Android.

Como já tinha sido prometido desde o anúncio em junho, a Apple levou aos usuários Android o seu serviço de música. Quem quiser experimentar terá três meses gratuitos, assim como aconteceu com o iOS. Para continuar usando ao final desse período a mensalidade custa US$ 4,99.

O aplicativo está em versão beta e ainda não possui alguns recursos, como os vídeos. No entanto, o maior diferencial, a rádio online Beats1, está no ar. Fizemos um review do Apple Music para iOS aqui.